Lua de Sangue e estrela em processo de extinção: as melhores fotos do espaço em janeiro
Confira também imagens de estrelas reluzindo em galáxias distantes e a histórica aterrissagem da China na Lua.
Publicado 1 de fev. de 2019, 07:45 BRST

Um eclipse lunar total é visto no céu ao lado do edifício TransAmerica em São Francisco, Califórnia. A confluência de eventos cósmicos fez com que esse espetáculo celestial fosse apelidado de “superlua de sangue do lobo.”
Foto de David Paul Morris/Bloomberg via Getty Images
Um eclipse lunar total é visto no céu ao lado do edifício TransAmerica em São Francisco, Califórnia. A confluência de eventos cósmicos fez com que esse espetáculo celestial fosse apelidado de “superlua de sangue do lobo.”
Foto de David Paul Morris/Bloomberg via Getty Images

O Telescópio Gigante ESO capturou o reflexo da ESO 577-24, um escudo de gás radiante e ionizado que encobre essa estrela em processo de extinção. Esse espetáculo acabará em alguns milhares de anos—para a astronomia, é como um piscar de olhos.
Foto de Esa
O Telescópio Gigante ESO capturou o reflexo da ESO 577-24, um escudo de gás radiante e ionizado que encobre essa estrela em processo de extinção. Esse espetáculo acabará em alguns milhares de anos—para a astronomia, é como um piscar de olhos.
Foto de Esa

Em 21 de janeiro, o fotógrafo Stephane Vetter capturou Matterhorn, o eclipse lunar e um meteoro que passava rapidamente, todos na mesma imagem. O Messier 44, um aglomerado estelar aberto a uma distância de 577 anos-luz da Terra, brilha sobre o cume de Matterhorn.
Foto de Stephane Vetter
Em 21 de janeiro, o fotógrafo Stephane Vetter capturou Matterhorn, o eclipse lunar e um meteoro que passava rapidamente, todos na mesma imagem. O Messier 44, um aglomerado estelar aberto a uma distância de 577 anos-luz da Terra, brilha sobre o cume de Matterhorn.
Foto de Stephane Vetter

Ao passar pelo turbulento hemisfério sul de Júpiter, em 21 de dezembro de 2018, a nave espacial Juno, da NASA, capturou essa imagem magnífica da Grande Mancha Vermelha e de uma tempestade próxima chamada Oval BA.
Foto de NASA, JPL Cal-tech, SwRI, Msss, Gerald Eichstädt, Seán Doran
Ao passar pelo turbulento hemisfério sul de Júpiter, em 21 de dezembro de 2018, a nave espacial Juno, da NASA, capturou essa imagem magnífica da Grande Mancha Vermelha e de uma tempestade próxima chamada Oval BA.
Foto de NASA, JPL Cal-tech, SwRI, Msss, Gerald Eichstädt, Seán Doran

Será que isso é um boneco de neve gigante ou o maior amendoim do mundo? Nenhum dos dois: essa é a imagem mais nítida já obtida do longínquo objeto 2014 MU69, no Cinturão de Kuiper, capturada pela sonda New Horizons da NASA em 1º de janeiro de 2019.
Foto de NASA, Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory, Southwest Research Institute
Será que isso é um boneco de neve gigante ou o maior amendoim do mundo? Nenhum dos dois: essa é a imagem mais nítida já obtida do longínquo objeto 2014 MU69, no Cinturão de Kuiper, capturada pela sonda New Horizons da NASA em 1º de janeiro de 2019.
Foto de NASA, Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory, Southwest Research Institute

O astronauta Alexander Gerst da ESA (Agência Espacial Europeia) tirou essa foto do horizonte da Terra após sua chegada na Estação Espacial Internacional. “Pensei durante muito tempo sobre a primeira foto do espaço que eu publicaria,” escreveu ele em suas redes sociais. “Quando vi esse nascer do Sol, tive certeza de que essa seria a foto escolhida.”
Foto de Esa, NASA
O astronauta Alexander Gerst da ESA (Agência Espacial Europeia) tirou essa foto do horizonte da Terra após sua chegada na Estação Espacial Internacional. “Pensei durante muito tempo sobre a primeira foto do espaço que eu publicaria,” escreveu ele em suas redes sociais. “Quando vi esse nascer do Sol, tive certeza de que essa seria a foto escolhida.”
Foto de Esa, NASA

Astrônomos uniram 54 imagens do Telescópio espacial Hubble e criaram uma imagem em mosaico com a maior resolução já capturada da galáxia do Triângulo, uma das galáxias vizinhas mais próximas da Via Láctea.
Foto de NASA
Astrônomos uniram 54 imagens do Telescópio espacial Hubble e criaram uma imagem em mosaico com a maior resolução já capturada da galáxia do Triângulo, uma das galáxias vizinhas mais próximas da Via Láctea.
Foto de NASA

Um eclipse lunar total reluz em tons vermelhos sobre a cidade de Boston na noite de 20 de janeiro de 2019.
Foto de Photopgraph by Babak Tafreshi
Um eclipse lunar total reluz em tons vermelhos sobre a cidade de Boston na noite de 20 de janeiro de 2019.
Foto de Photopgraph by Babak Tafreshi

A sonda lunar chinesa Chang'e 4 transportou o rover Yutu-2 que, nesta imagem, deixa marcas no lado oculto da Lua.
Foto de CNSA.
A sonda lunar chinesa Chang'e 4 transportou o rover Yutu-2 que, nesta imagem, deixa marcas no lado oculto da Lua.
Foto de CNSA.

Durante 13 anos, a nave espacial Cassini da NASA coletou dados infravermelhos da maior lua de Saturno, a Titã—o que permitiu que astrônomos criassem esses novos e detalhados mosaicos da superfície enevoada do planeta.
Foto de NASA, JPL Cal-tech, University of Nantes, University of Arizona
Durante 13 anos, a nave espacial Cassini da NASA coletou dados infravermelhos da maior lua de Saturno, a Titã—o que permitiu que astrônomos criassem esses novos e detalhados mosaicos da superfície enevoada do planeta.
Foto de NASA, JPL Cal-tech, University of Nantes, University of Arizona

A 55 milhões de anos-luz da Terra, existe uma galáxia conhecida como Messier 89. Esse sistema contém cerca de 100 bilhões de estrelas e seu formato quase esférico é uma raridade entre as galáxias desse tipo.
Foto de Esa, Hubble & NASA, S. Faber et al.
A 55 milhões de anos-luz da Terra, existe uma galáxia conhecida como Messier 89. Esse sistema contém cerca de 100 bilhões de estrelas e seu formato quase esférico é uma raridade entre as galáxias desse tipo.
Foto de Esa, Hubble & NASA, S. Faber et al.