Sarita Reed

Em Ibiraçu, interior do Espírito Santo, o batismo espiritual do “Buda gigante”, de 38 metros, estava previsto para acontecer durante a visita de uma comitiva de monges japoneses. Por causa da pandemia, a cerimônia foi realizada virtualmente, diretamente do Japão. De acordo com a tradição budista, a estátua só “ganha alma” depois do seu batismo espiritual.
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Em Porto Alegre, Jenny Gravana, 89, e sua filha, Sandra, 65, assistem à palestra virtual do centro espírita onde frequentam. “Consigo a todo instante me conectar com a espiritualidade, é uma necessidade, assim como o pão. Mas sinto muita falta de ir ao centro espírita”, diz Gravana, que se considera espírita e católica.
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A capixaba Luciana Marin, 51, é médium umbandista. “Na pandemia, eu me preservei mais e fiquei mais meditativa”. Ela também pratica Candomblé, religião de matriz africana que, no Brasil, passou a incorporar elementos de outras culturas, como a indígena e a cristã.
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Nos períodos de arrefecimento da pandemia, algumas igrejas celebram missas presenciais com medidas de distanciamento social, como esta em Porto Alegre. Apesar da tendência de queda, o catolicismo ainda é a religião mais prevalente no país, abrangendo 50% da população.
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A baiana Jamile dos Santos, 34, tem participado de cultos on-line durante a pandemia “para não se sentir completamente desconectada da palavra de Deus”. Para ela, a experiência não se compara à de estar na igreja. “Parece que não passa a mesma energia, é totalmente diferente”, diz Santos, que se considera católica e evangélica. Ter mais de uma religião é um fenômeno comum no Brasil.
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Luz do entardecer entra em igreja católica de Caraíva, no sul da Bahia. Não há missas regulares no distrito desde o início da pandemia, mas fiéis continuam a frequentar o local para rezar.
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