A legalização da maconha na América do Sul é debatida em Explorer Investigation

Terceiro episódio da série estreia nas plataformas digitais da National Geographic em 21 de setembro.Thursday, September 20, 2018

Por Redação National Geographic
A repórter Ivana Szerman conhecerá os usuários da cannabis e os riscos que correm para que o autocultivo seja permitido.

O terceiro episódio da série Explorer Investigation, A legalização da maconha, que estreia na sexta-feira (21/09) em nosso canal no Youtube, examina o uso da cannabis medicinal e sua legislação na América Latina, com foco em três países da região: Argentina, Uruguai e Paraguai. A repórter Ivana Szerman conhecerá os usuários, os riscos que correm em alguns casos ao ter que romper a lei para conseguir cannabis e a luta que travam para que o autocultivo seja permitido. Ela também conversará com seus detratores e conhecerá como, um ano depois de ter sido sancionada a lei mais progressista da América Latina, no Uruguai, o narcotráfico perdeu terreno para a cannabis legal.

O ano de 2017 foi sem precedentes para a legalização da maconha na América Latina, já que foi permitido o uso da planta com fins medicinais em cinco países da região: México, Argentina, Paraguai, Brasil e Peru. No entanto, ainda existem muitos obstáculos para que esta nova regulação se concretize de maneira plena, pois, ainda que seja legal fazer uso do óleo de cannabis para tratar alguns dos sintomas associados a autismo, epilepsia, HIV e certos tipos de câncer, o cultivo de maconha continua sendo ilegal, e os usuários se veem obrigados a importar sua medicina – principalmente dos Estados Unidos – a preços muito elevados, o que faz com que este tratamento seja acessível para poucos.

O ano de 2017 foi sem precedentes para a legalização da maconha na América Latina, já que foi permitido o uso da planta com fins medicinais em cinco países da região: México, Argentina, Paraguai, Brasil e Peru. No entanto, ainda existem muitos obstáculos para que esta nova regulação se concretize de maneira plena, pois, ainda que seja legal fazer uso do óleo de cannabis para tratar alguns dos sintomas associados a autismo, epilepsia, HIV e certos tipos de câncer, o cultivo de maconha continua sendo ilegal, e os usuários se veem obrigados a importar sua medicina – principalmente dos Estados Unidos – a preços muito elevados, o que faz com que este tratamento seja acessível para poucos.

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