
A víbora da espécie Trimeresurus jerdonii é uma serpente venenosa encontrada principalmente na Ásia.
A víbora da espécie Trimeresurus jerdonii é uma serpente venenosa encontrada principalmente na Ásia.

Sucuris-verdes como esta são as serpentes que atingem o maior peso em todo o mundo.
Sucuris-verdes como esta são as serpentes que atingem o maior peso em todo o mundo.

A cobra-de-pestana tem escamas que se erguem acima dos olhos, o que faz parecer que ela tem cílios.
A cobra-de-pestana tem escamas que se erguem acima dos olhos, o que faz parecer que ela tem cílios.

As boigas são noturnas e têm pupilas verticais como as de um gato, por isso também são chamadas de cobra-olho-de-gato.
As boigas são noturnas e têm pupilas verticais como as de um gato, por isso também são chamadas de cobra-olho-de-gato.

A serpente Boiga cyanea habita as florestas da Ásia.
A serpente Boiga cyanea habita as florestas da Ásia.

As pítons da espécie Python brongersmai são populares como animais de estimação.
As pítons da espécie Python brongersmai são populares como animais de estimação.

As najas-indianas parecem a clássica cobra utilizada pelos encantadores de serpentes e são muito venenosas.
As najas-indianas parecem a clássica cobra utilizada pelos encantadores de serpentes e são muito venenosas.

A serpente Crotalus mitchellii é uma víbora venenosa encontrada no sudoeste dos Estados Unidos e no norte do México.
A serpente Crotalus mitchellii é uma víbora venenosa encontrada no sudoeste dos Estados Unidos e no norte do México.

A Eryx johnii é a maior das jiboias e pode atingir mais de 1,20 metro de comprimento.
A Eryx johnii é a maior das jiboias e pode atingir mais de 1,20 metro de comprimento.

Esta cascavel Crotalus durissus cumanensis é uma espécie venenosa cuja mordida causa paralisia gradual.
Esta cascavel Crotalus durissus cumanensis é uma espécie venenosa cuja mordida causa paralisia gradual.

A víbora Bothriechis rowleyi é venenosa e dá um nó em seu próprio corpo no Zoológico de St. Louis, Estados Unidos.
A víbora Bothriechis rowleyi é venenosa e dá um nó em seu próprio corpo no Zoológico de St. Louis, Estados Unidos.

A cobra Lampropeltis alterna não é venenosa e é popular como animal de estimação.
A cobra Lampropeltis alterna não é venenosa e é popular como animal de estimação.

As víboras venenosas são encontradas principalmente na Tailândia.
As víboras venenosas são encontradas principalmente na Tailândia.

As pítons-verde-arborícola passam o tempo enroladas em galhos com a cabeça encaixada no meio.
As pítons-verde-arborícola passam o tempo enroladas em galhos com a cabeça encaixada no meio.

A mordida da víbora Bitis cornuta é considerada dolorosa, mas não é mortal.
A mordida da víbora Bitis cornuta é considerada dolorosa, mas não é mortal.

O veneno da Naja kaouthia albina é um dos que apresentam ação mais rápida entre todas as cobras e pode levar à morte em até uma hora.
O veneno da Naja kaouthia albina é um dos que apresentam ação mais rápida entre todas as cobras e pode levar à morte em até uma hora.

A inofensiva cobra-liga-de-são-francisco é encontrada em habitats costeiros.
A inofensiva cobra-liga-de-são-francisco é encontrada em habitats costeiros.

A víbora-azul é uma espécie venenosa e agressiva que geralmente ataca em vez de se afastar.
A víbora-azul é uma espécie venenosa e agressiva que geralmente ataca em vez de se afastar.

Esta víbora da espécie Azemiops feae vive no Zoológico de St. Louis, Estados Unidos.
Esta víbora da espécie Azemiops feae vive no Zoológico de St. Louis, Estados Unidos.
Existem mais de três mil espécies de cobras no planeta e elas são encontradas em todos os lugares, exceto na Antártida, Islândia, Irlanda, Groenlândia e Nova Zelândia. Aproximadamente 600 espécies são venenosas e apenas cerca de 200 — 7% do total de espécies — são capazes de matar ou ferir gravemente um ser humano.
Cobras não venenosas, que variam desde cobras inofensivas até a píton que não é tão inofensiva assim, engolem suas presas vivas ou as estrangulam até a morte. Quase todas as cobras ingerem suas presas inteiras (por vezes, presas surpreendentemente grandes), independentemente se as mataram esmagadas ou envenenadas.
Quase todas as serpentes possuem escamas e, como répteis, são de sangue frio e regulam a temperatura corporal externamente. As escamas possuem diversas funções: retêm a umidade em climas áridos e reduzem o atrito à medida que a serpente se move. Diversas espécies recém-descobertas quase não possuem escamas, exceto na região do abdômen.
Como as cobras caçam
As cobras também têm línguas bifurcadas, que elas agitam em diferentes direções para farejar o ambiente. Isso permite que identifiquem a proximidade de qualquer perigo — ou alimento.
As cobras também utilizam outras formas de detectar suas presas. Um orifício denominado fosseta loreal na frente dos olhos sente o calor emitido por presas de sangue quente. E ossos em suas mandíbulas inferiores captam vibrações de roedores e outros animais rastejantes. São capazes de engolir uma presa inteira que tenha até três vezes a largura de suas cabeças, pois suas mandíbulas inferiores se desprendem das superiores. Após o bote, os dentes da serpente, que são voltados para dentro, mantêm a presa no lugar.
Hábitos
As serpentes trocam de pele cerca de uma vez por mês, um processo denominado ecdise que ocorre para que elas tenham espaço para crescer e se livrem de parasitas. Para tanto, elas se esfregam contra um galho de árvore ou outro objeto, saindo da pele e deixando-a para trás.
A maioria das serpentes põe ovos, mas algumas espécies — como as serpentes-marinhas — dão à luz filhotes. Poucas espécies de cobras cuidam de seus ovos, com exceção das pítons, que os incubam.
Na Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), cerca de cem espécies de cobras estão classificadas como ameaçadas de extinção, geralmente devido à perda de habitat causada pela ação humana.
Conheça um fato que deixará os ofidiofóbicos desconfortáveis: cinco espécies de serpentes podem voar.
Cobras-marinhas
A maioria das cobras são terrestres, mas existem cerca de 70 espécies que vivem nos oceanos Índico e Pacífico. Cobras-marinhas e suas parentes kraits são algumas das serpentes mais venenosas que existem, mas representam pouca ameaça para os seres humanos porque são tímidas, mansas e as presas que inoculam o veneno são muito curtas para causar grandes danos.
