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Página do Fotógrafo
Lucas Bustamante
Essas tartarugas nasceram em cativeiro e foram criadas em um centro de reprodução na ilha de Santa Cruz, nas Galápagos. Se tudo correr conforme o planejado, elas se tornarão uma espécie autossustentável na ilha de Floreana, assim como seus ancestrais eram há 200 anos.
Os guardas florestais do Parque Nacional de Galápagos formam uma fila e passam as tartarugas, uma a uma, para um grande curral antes do dia da reintrodução. Essas tartarugas serão rastreadas por GPS, e mais híbridos seguirão seus passos em datas posteriores.
Para transportar essas tartarugas para seu novo habitat, os funcionários do parque colocam duas ou três tartarugas em gavetas que são carregadas em mochilas. Por quase um quilômetro e meio, eles carregam as tartarugas por terrenos rochosos e irregulares sob o sol tropical quente.
Em 20 de fevereiro de 2026, a tartaruga gigante de Floreana se tornou a primeira espécie local a ser reintroduzida na ilha. Por mais de uma década, conservacionistas têm trabalhado para erradicar algumas das espécies não nativas que dificultam sua sobrevivência, principalmente gatos selvagens e ratos pretos em Floreana.
Os guardas florestais do Parque Nacional Galápagos transportam tartarugas híbridas jovens para a Ilha Floreana. No final de fevereiro, os funcionários do parque ajudaram a levar 158 dessas tartarugas de volta a uma ilha onde elas não eram vistas há 175 anos. As tartarugas são híbridas da tartaruga Floreana e das tartarugas gigantes encontradas nas ilhas vizinhas.
Essa cobra amarela e laranja com olhos verdes é uma víbora de cílios de Rahim (B. rahimi).
Uma imagem em “close-up” das escamas da víbora equatoriana de cílios (Bothriechis nitidus). A maioria dos indivíduos dessa espécie é verde-esmeralda ou uma forma "natalina": vermelho, verde e branco. As escamas acima dos olhos das cobras são a razão de seus nomes.
O habitat total da espécie Phyllodactylus andysabini está restrito a uma área de menos de 258 quilômetros quadrados em um único vulcão.
Segundo um relatório da FAO da ONU e do Banco Mundial em 2006, a taxa de desmatamento do Equador é a nona maior do mundo e a mais alta da América do Sul. O Equador também é o segundo maior produtor de óleo de palma da América Latina e o sétimo maior em uma escala global.