Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro

Ao longo do Rio Negro e seus afluentes, 23 povos indígenas vivem, produzem e se alimentam com base em práticas agrícolas ancestrais que mantêm a floresta em pé. National Geographic lança série de minidocumentários no mês da Amazônia.

Meio Ambiente
Parte 1
Na Amazônia, práticas agrícolas indígenas interligam cosmologia e conservação

Abaixo, uma seleção de algumas das fotos que ilustram as três reportagens especiais sobre o Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro.

A paisagem no rio Demeni, em Barcelos (AM), tem marcas de dois eventos extremos: restos de árvores queimadas em 2016 ficaram submersas após as cheias recordes que atingiram a região em 2021 e 2022.

Foto de Fellipe Abreu

Para encontrar as daracubis, Rosivaldo Miranda sobe árvores para coletar as bromélias onde as minhocas se protegem.

Roça recentemente derrubada bem próximo ao Rio Uaupés. No sistema agrícola tradicional, os cultivos ocorrem em coexistência com a floresta.

Moradora de Açaí-Paraná, Amélia Matos Lopes, do povo Baniwa, viu sua roça ser inundada em dois anos consecutivos. Ela vive na região há uma década e nunca tinha vivenciado cheias tão intensas.

Roça queimada na comunidade Itacoatiara Mirim, no município de São Gabriel da Cachoeira. Aproximadamente uma semana após a queima da roça, acontece o plantio das manivas. O plantio não pode demorar muito a acontecer, para evitar que o mato cresça e dispute os nutrientes do solo com as manivas plantadas.

Seu Paulo Alves Miranda, 61, agricultor e pescador do povo Piratapuya, vira os peixes que estão moqueando na estrutura de madeira. Nesse tipo de preparo, o peixe é cozido e defumado aos poucos com o calor e a fumaça da fogueira.

Dona Ducila Oliveira Álvares, do povo Baniwa, colhe pimentas em sua linda roça. Em poucos minutos, ela já tinha colhido oito variedades diferentes de pimenta.

Dona Maria Célia, do povo Baré, prepara farinha de mandioca na cozinha do Sítio São Lázaro, localizado na comunidade Paraná, no município de Santa Isabel do Rio Negro.

Já com as manivas descascadas e lavadas, as mulheres usam os aturás para transportar as manivas para a casa de forno, onde serão destinadas a uma série de preparos, como farinha, beiju, tapioca,, curadá, caxiri, tucupi, mingau, entre outros. Confira reportagem completa.

As Serras Guerreiras de Tapuruquara estão situadas próximo à comunidade Cartucho, no município de Santa Isabel do Rio Negro.

Barco corta as águas do rio Uaupés, depois de mais um dia de pesca.

Após a colheita, as mulheres Baniwas levam as manivas para a beira do igarapé Cachoeirinha, onde serão descascadas e lavadas na água corrente.

Seu Jaime, pescador da etnia Baniwa, aproveita as primeiras luzes do dia para revisar as armadilhas de pesca espalhadas em estreitos igarapés do rio Uaupés.

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