Galeria: Na guerra do Iêmen, uma fotógrafa encontra pontos de luz na escuridão
Amira Al-Sharif ajusta sua lente para capturar a esperança que teima em persistir em sua terra natal, em meio às trevas do conflito.
Publicado 23 de mai. de 2019, 15:37 BRT

Um soldado iemenita com uma milícia separatista apoiada pelos Emirados lembra o ataque de 2015 na cidade portuária de Aden. Mais de 60 mil pessoas - tanto combatentes quanto civis - foram mortas na guerra no Iêmen, enquanto cerca de 85 mil crianças com menos de cinco anos morreram de fome extrema ou doença.
Foto de Amira Al-Sharif
Um soldado iemenita com uma milícia separatista apoiada pelos Emirados lembra o ataque de 2015 na cidade portuária de Aden. Mais de 60 mil pessoas - tanto combatentes quanto civis - foram mortas na guerra no Iêmen, enquanto cerca de 85 mil crianças com menos de cinco anos morreram de fome extrema ou doença.
Foto de Amira Al-Sharif

Garoto brinca com um pombo do distrito de Zohra, região noroeste de Hodeida, cidade portuária do norte iemenita. “Essa criança só conhece a vida em guerra”, diz a fotógrafa Amira Al-Sharif.
Foto de Amira Al-Sharif
Garoto brinca com um pombo do distrito de Zohra, região noroeste de Hodeida, cidade portuária do norte iemenita. “Essa criança só conhece a vida em guerra”, diz a fotógrafa Amira Al-Sharif.
Foto de Amira Al-Sharif

Centenas de iemenitas empobrecidos que vivem no distrito de Buraiqeh, a oeste de Aden, precisam resistir às fumaças tóxicas de um aterro sanitário controlado pela coalizão saudita.
Foto de Amira Al-Sharif
Centenas de iemenitas empobrecidos que vivem no distrito de Buraiqeh, a oeste de Aden, precisam resistir às fumaças tóxicas de um aterro sanitário controlado pela coalizão saudita.
Foto de Amira Al-Sharif

Arame farpado corta a vista pitoresca da cidade portuária de Aden, no Iêmen. Depois de a capital Sanaa cair no controle dos hutis em setembro de 2014, Aden passou a ser a sede "de fato" do governo iemenita apoiado pelos sauditas e pelos Emirados Árabes.
Foto de Amira Al-Sharif
Arame farpado corta a vista pitoresca da cidade portuária de Aden, no Iêmen. Depois de a capital Sanaa cair no controle dos hutis em setembro de 2014, Aden passou a ser a sede "de fato" do governo iemenita apoiado pelos sauditas e pelos Emirados Árabes.
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Pais e filhos entregam oferendas simbólicas de poucas moedas a um correio em Sanaa, protestando contra o acelerado colapso da economia do norte do Iêmen após o governo mudar o Banco Central de Sanaa para a cidade portuária sulista de Aden.
Foto de Amira Al-Sharif
Pais e filhos entregam oferendas simbólicas de poucas moedas a um correio em Sanaa, protestando contra o acelerado colapso da economia do norte do Iêmen após o governo mudar o Banco Central de Sanaa para a cidade portuária sulista de Aden.
Foto de Amira Al-Sharif

Centenas de pais, irmãos e filhos reúnem-se para as orações de sexta-feira na capital iemenita de Sanaa.
Foto de Amira Al-Sharif
Centenas de pais, irmãos e filhos reúnem-se para as orações de sexta-feira na capital iemenita de Sanaa.
Foto de Amira Al-Sharif

Mulher vende garrafas plásticas de gasolina — cara e inacessível para milhões de pessoas em todo o Iêmen — na cidade de Aden.
Foto de Amira Al-Sharif
Mulher vende garrafas plásticas de gasolina — cara e inacessível para milhões de pessoas em todo o Iêmen — na cidade de Aden.
Foto de Amira Al-Sharif

Pescador prepara seu barco no porto de Hodeida, no Mar Vermelho.
Foto de Amira Al-Sharif
Pescador prepara seu barco no porto de Hodeida, no Mar Vermelho.
Foto de Amira Al-Sharif

Soldado iemenita de uma milícia apoiada pelos sauditas chora no local de morte de seu amigo, morto durante a ofensiva huti em Aden, no ano de 2015.
Foto de Amira Al-Sharif
Soldado iemenita de uma milícia apoiada pelos sauditas chora no local de morte de seu amigo, morto durante a ofensiva huti em Aden, no ano de 2015.
Foto de Amira Al-Sharif

Fileiras de alunos de olhos arregalados carregam livros em sacos que antes continham arroz ou açúcar.
Foto de Amira Al-Sharif
Fileiras de alunos de olhos arregalados carregam livros em sacos que antes continham arroz ou açúcar.
Foto de Amira Al-Sharif

Crianças brincam logo após um bombardeio ocorrido no bairro, na capital iemenita de Sanaa.
Foto de Amira Al-Sharif
Crianças brincam logo após um bombardeio ocorrido no bairro, na capital iemenita de Sanaa.
Foto de Amira Al-Sharif

Uma mãe prepara café da manhã com pimenta-malagueta — um dos alimentos mais acessíveis e baratos da região — no distrito de Almarawaa, próximo a Hodeida.
Foto de Amira Al-Sharif
Uma mãe prepara café da manhã com pimenta-malagueta — um dos alimentos mais acessíveis e baratos da região — no distrito de Almarawaa, próximo a Hodeida.
Foto de Amira Al-Sharif

Esse jovem no distrito de Buraiqeh, a oeste de Aden, mostra cicatrizes de balas. Ele foi confundido com um combatente inimigo quando caminhava até um aterro da região para procurar comida para suas cabras.
Foto de Amira Al-Sharif
Esse jovem no distrito de Buraiqeh, a oeste de Aden, mostra cicatrizes de balas. Ele foi confundido com um combatente inimigo quando caminhava até um aterro da região para procurar comida para suas cabras.
Foto de Amira Al-Sharif

Mulher acalma cavalo, com o Mar Vermelho ao fundo, em Hodeida.
Foto de Amira Al-Sharif
Mulher acalma cavalo, com o Mar Vermelho ao fundo, em Hodeida.
Foto de Amira Al-Sharif

Viúva e suas filhas posam com o retrato do marido e pai, que morreu durante um protesto pró-democracia. “A guerra, assim como a revolução [iemenita de 2011], despedaçou muitos corações”, diz a fotógrafa Al-Sharif.
Foto de Amira Al-Sharif
Viúva e suas filhas posam com o retrato do marido e pai, que morreu durante um protesto pró-democracia. “A guerra, assim como a revolução [iemenita de 2011], despedaçou muitos corações”, diz a fotógrafa Al-Sharif.
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