Página do Fotógrafo
Amira Al-Sharif

Viúva e suas filhas posam com o retrato do marido e pai, que morreu durante um protesto pró-democracia. “A guerra, assim como a revolução [iemenita de 2011], despedaçou muitos corações”, diz a fotógrafa Al-Sharif.
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Pescador prepara seu barco no porto de Hodeida, no Mar Vermelho.
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Mulher vende garrafas plásticas de gasolina — cara e inacessível para milhões de pessoas em todo o Iêmen — na cidade de Aden.
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Centenas de pais, irmãos e filhos reúnem-se para as orações de sexta-feira na capital iemenita de Sanaa.
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Pais e filhos entregam oferendas simbólicas de poucas moedas a um correio em Sanaa, protestando contra o acelerado colapso da economia do norte do Iêmen após o governo mudar o Banco Central de Sanaa para a cidade portuária sulista de Aden.
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Arame farpado corta a vista pitoresca da cidade portuária de Aden, no Iêmen. Depois de a capital Sanaa cair no controle dos hutis em setembro de 2014, Aden passou a ser a sede "de fato" do governo iemenita apoiado pelos sauditas e pelos Emirados Árabes.
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Centenas de iemenitas empobrecidos que vivem no distrito de Buraiqeh, a oeste de Aden, precisam resistir às fumaças tóxicas de um aterro sanitário controlado pela coalizão saudita.
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Garoto brinca com um pombo do distrito de Zohra, região noroeste de Hodeida, cidade portuária do norte iemenita. “Essa criança só conhece a vida em guerra”, diz a fotógrafa Amira Al-Sharif.
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Um soldado iemenita com uma milícia separatista apoiada pelos Emirados lembra o ataque de 2015 na cidade portuária de Aden. Mais de 60 mil pessoas - tanto combatentes quanto civis - foram mortas na guerra no Iêmen, enquanto cerca de 85 mil crianças com menos de cinco anos morreram de fome extrema ou doença.
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Mulher acalma cavalo, com o Mar Vermelho ao fundo, em Hodeida.
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