Macaco sagui: 5 curiosidades sobre o menor macaco do planeta
O animal se destaca por seu tamanho, mas também pela expressividade facial. Saiba sobre o seu habitat e qual é sua dieta.

Macacos saguis na Universidade de Nebraska, Omaha, Estados Unidos.
Macacos saguis na Universidade de Nebraska, Omaha, Estados Unidos.
O macaco sagui é conhecido por ser um animal de pequeno porte. Também conhecido como sagui-pigmeu ou macaco de bolso (Cebuella pygmaea), ele é o menor macaco do planeta, informa o Zoológico Aquário de Madri em seu site oficial.
1. Quanto mede o macaco sagui
Seu corpo, sem contar a cauda, mede entre 14 e 16 centímetros, ou seja, cabe na palma de uma mão. Segundo o Zoológico de Madri, a cauda atinge entre 15 e 20 centímetros e serve para o equilíbrio.
2. Quanto pesa o macaco sagui
A entidade madrilenha também revela que o macaco sagui não ultrapassa os 140 gramas de peso.
3. Onde habita o macaco sagui
Este pequeno animal é nativo das florestas do Brasil, Colômbia, Equador e Peru, informa a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN, na sigla em inglês).
“Eles vivem nas partes mais altas das árvores e gostam de fazer seus ninhos nas bordas dos galhos, onde seus predadores não podem alcançar”, acrescenta o zoológico.
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Estado: vulnerável
Este macaco amigável e inteligente é encontrado apenas na bacia do rio Amazonas no Brasil e no Peru. Seu rosto, semelhante ao humano, é vermelho brilhante por causa dos capilares que se encontram sob sua pele fina e transparente. O cacajao calvus rubicundus, ou uacari-branco, encara a perda acelerada de seu habitat na floresta tropical inundada e também é alvo de caçadores humanos. Fotografado no Zoológico da Cidade de Los Angeles, Estados Unidos.
Estado: vulnerável
Este macaco amigável e inteligente é encontrado apenas na bacia do rio Amazonas no Brasil e no Peru. Seu rosto, semelhante ao humano, é vermelho brilhante por causa dos capilares que se encontram sob sua pele fina e transparente. O cacajao calvus rubicundus, ou uacari-branco, encara a perda acelerada de seu habitat na floresta tropical inundada e também é alvo de caçadores humanos. Fotografado no Zoológico da Cidade de Los Angeles, Estados Unidos.

Estado: pouco preocupante
O focinho descomunal do porco-formigueiro tem a medida ideal para abrigar uma língua pegajosa de trinta centímetros, que é a ferramenta perfeita para extrair cupins de seus ninhos. Os caçadores carnívoros gostam de comer esta espécie, porém o “porco-da-terra” (Orycteropus afer) ainda é relativamente comum na África subsaariana. Fotografado no zoológico Henry Doorly em Omaha, Nebraska, Estados Unidos.
Estado: pouco preocupante
O focinho descomunal do porco-formigueiro tem a medida ideal para abrigar uma língua pegajosa de trinta centímetros, que é a ferramenta perfeita para extrair cupins de seus ninhos. Os caçadores carnívoros gostam de comer esta espécie, porém o “porco-da-terra” (Orycteropus afer) ainda é relativamente comum na África subsaariana. Fotografado no zoológico Henry Doorly em Omaha, Nebraska, Estados Unidos.

Estado: não avaliado
Esta espécie, ostentosamente chamada de esperança cabeça-de-dragão, habita nas importantes florestas do Sudeste Asiático. Embora seja bastante grande para ser uma esperança, Eumegalodon blanchardi mede apenas sete centímetros de comprimento aproximadamente – mas é feroz o suficiente para atacar outros insetos quando não se alimenta de frutas e legumes. Fotografada no zoológico Henry Doorly em Omaha, Nebraska, Estados Unidos.
Estado: não avaliado
Esta espécie, ostentosamente chamada de esperança cabeça-de-dragão, habita nas importantes florestas do Sudeste Asiático. Embora seja bastante grande para ser uma esperança, Eumegalodon blanchardi mede apenas sete centímetros de comprimento aproximadamente – mas é feroz o suficiente para atacar outros insetos quando não se alimenta de frutas e legumes. Fotografada no zoológico Henry Doorly em Omaha, Nebraska, Estados Unidos.

Estado: não avaliado
Estas galinhas (Gallus gallus domesticus) se caracterizam por seus pescoços nus e penas sedosas. A sua aparência extravagante chamou a atenção de Joel Sartore. “Elas são tão notáveis, eu simplesmente não podia evitar fotografá-las, mesmo que não estejam classificadas exatamente como ‘animais selvagens'”, disse ele. Fotografada no zoológico Fort Worth, Estados Unidos.
Estado: não avaliado
Estas galinhas (Gallus gallus domesticus) se caracterizam por seus pescoços nus e penas sedosas. A sua aparência extravagante chamou a atenção de Joel Sartore. “Elas são tão notáveis, eu simplesmente não podia evitar fotografá-las, mesmo que não estejam classificadas exatamente como ‘animais selvagens'”, disse ele. Fotografada no zoológico Fort Worth, Estados Unidos.

Estado: vulnerável
O focinho deste animal apropriadamente chamado de réptil não é seu único atributo. A tartaruga nariz-de-porco (também conhecida como tartaruga voadora do rio) é a única tartaruga de água doce que tem nadadeiras como seus parentes distantes do mar. Carettochelys insculpta é um alimento popular na Papua Nova Guiné e também é exportada para o comércio de animais de estimação, o que a torna uma espécie vulnerável. Fotografada em Oklahoma City, EUA.
Estado: vulnerável
O focinho deste animal apropriadamente chamado de réptil não é seu único atributo. A tartaruga nariz-de-porco (também conhecida como tartaruga voadora do rio) é a única tartaruga de água doce que tem nadadeiras como seus parentes distantes do mar. Carettochelys insculpta é um alimento popular na Papua Nova Guiné e também é exportada para o comércio de animais de estimação, o que a torna uma espécie vulnerável. Fotografada em Oklahoma City, EUA.

Estado: pouco preocupante
O rato-toupeira de Damara (Fukomys damarensis) pode parecer um castor, mas vive mais como uma abelha ou uma formiga, o que é bastante incomum entre os mamíferos. Colônias subterrâneas de ratos-toupeira giram em torno de uma única rainha reprodutora, enquanto os outros animais servem como escavadores, forrageadores ou cuidadores de filhotes. Fotografado no zoológico de Houston, Estados Unidos.
Estado: pouco preocupante
O rato-toupeira de Damara (Fukomys damarensis) pode parecer um castor, mas vive mais como uma abelha ou uma formiga, o que é bastante incomum entre os mamíferos. Colônias subterrâneas de ratos-toupeira giram em torno de uma única rainha reprodutora, enquanto os outros animais servem como escavadores, forrageadores ou cuidadores de filhotes. Fotografado no zoológico de Houston, Estados Unidos.

Estado: não avaliado
Embora a Heteropteryx dilatata pareça um pouco com um extraterrestre, ela é realmente uma mestra em se camuflar no seu habitat terrestre – as florestas da Península Malaia. Apêndices e asas que parecem folhas ajudam a ninfa da selva a desaparecer nas árvores. Esses insetos carismáticos são populares no comércio de animais de estimação, e seu habitat na floresta está sob crescente pressão humana. Fotografado no zoológico Henry Doorly em Omaha, Nebraska, EUA.
Estado: não avaliado
Embora a Heteropteryx dilatata pareça um pouco com um extraterrestre, ela é realmente uma mestra em se camuflar no seu habitat terrestre – as florestas da Península Malaia. Apêndices e asas que parecem folhas ajudam a ninfa da selva a desaparecer nas árvores. Esses insetos carismáticos são populares no comércio de animais de estimação, e seu habitat na floresta está sob crescente pressão humana. Fotografado no zoológico Henry Doorly em Omaha, Nebraska, EUA.

Estado: em perigo
Aproximadamente 5500 Tapirus bairdii vivem nas selvas do México, América Central, Colômbia e Equador. Os dados da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) sugerem que a população diminuiu pela metade nas últimas três décadas e diminuirá novamente pela metade nos próximos 30 anos. Perda de habitat, caça e doenças infecciosas são as maiores ameaças a essas antas. Fotografada no zoológico Henry Doorly em Omaha, Nebraska, Estados Unidos.
Estado: em perigo
Aproximadamente 5500 Tapirus bairdii vivem nas selvas do México, América Central, Colômbia e Equador. Os dados da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) sugerem que a população diminuiu pela metade nas últimas três décadas e diminuirá novamente pela metade nos próximos 30 anos. Perda de habitat, caça e doenças infecciosas são as maiores ameaças a essas antas. Fotografada no zoológico Henry Doorly em Omaha, Nebraska, Estados Unidos.

Estado: em perigo crítico
Apenas 250 morcegos mastim (Eumops floridanus) sobrevivem hoje em alguns condados do sul da Flórida, que compõem uma das menores áreas de vida dos morcegos dos EUA. Seu número e alcance limitados tornam esta espécie principalmente vulnerável à perda localizada de habitat por ameaças como derrubada de árvores e furacões. Fotografado em Okeechobee, Flórida, EUA.
Estado: em perigo crítico
Apenas 250 morcegos mastim (Eumops floridanus) sobrevivem hoje em alguns condados do sul da Flórida, que compõem uma das menores áreas de vida dos morcegos dos EUA. Seu número e alcance limitados tornam esta espécie principalmente vulnerável à perda localizada de habitat por ameaças como derrubada de árvores e furacões. Fotografado em Okeechobee, Flórida, EUA.
4. Como o macaco sagui se alimenta
A dieta do sagui consiste em frutas, insetos, folhas e, às vezes, pequenos répteis. Além disso, os saguis mordem a casca das árvores, aproveitando os seus dentes afiados para tomar a seiva, fonte de nutrição. Esse processo pode levar várias horas por dia.
5. O macaco sagui é expressivo
Outra peculiaridade do macaco sagui está em sua expressividade facial. Segundo o Zoológico de Madri, esses pequenos macacos são capazes de transmitir suas emoções com movimentos de orelhas, lábios e pálpebras, o que se reflete nos diferentes gestos em seus rostos.
Eles também se comunicam com seus pares por meio de gritos e usam as cordas vocais para alertar sobre o perigo ou incentivar o acasalamento.
