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Em Paraisópolis, presidentas de rua cuidam do lar, dos filhos e dos vizinhos

Em Paraisópolis, presidentas de rua cuidam do lar, dos filhos e dos vizinhos

Na segunda maior favela de São Paulo, onde a assistência do Estado é rara, moradores se organizaram para monitorar a saúde e o bem-estar dos mais vulneráveis e elegeram 655 monitores – 90% eram mulheres.

Mulheres indígenas lideram esforços no combate à pandemia

Entre o luto e a luta, elas arrecadam e destinam doações, protegem aldeias, dão suporte espiritual e comandam importantes associações.

Maioria entre profissionais da saúde, mulheres são minoria em cargos de liderança

Elas formam um exército de enfermeiras, médicas, cuidadoras em casas de repouso e ativistas comunitárias, mas poucas ocupam posições de alta patente. Isso pode mudar?