Galeria: Após décadas nas mãos das FARC, floresta colombiana está aberta para exploração
Publicado 4 de out. de 2018, 11:00 BRT

Carolina Velez, uma entomologista da expedição, examina uma brilhante borboleta azul conhecida como Morpho helenor peleides.
Foto de Federico Rios, National Geographic
Carolina Velez, uma entomologista da expedição, examina uma brilhante borboleta azul conhecida como Morpho helenor peleides.
Foto de Federico Rios, National Geographic

Cientistas utilizam armadilhas como esta para capturar borboletas para pesquisa.
Foto de Federico Rios, National Geographic
Cientistas utilizam armadilhas como esta para capturar borboletas para pesquisa.
Foto de Federico Rios, National Geographic

Um Machaeropterus regulus, ou tangará-rajado (esquerda), e um Ceratopipra erythrocephala, também conhecido como cabeça-de-ouro, pousam na mão de um pesquisador.
Foto de Federico Rios, National Geographic
Um Machaeropterus regulus, ou tangará-rajado (esquerda), e um Ceratopipra erythrocephala, também conhecido como cabeça-de-ouro, pousam na mão de um pesquisador.
Foto de Federico Rios, National Geographic

A ornitóloga Maria Isabel Castaño trabalha em uma estação para pássaros improvisada no meio da floresta.
Foto de Federico Rios, National Geographic
A ornitóloga Maria Isabel Castaño trabalha em uma estação para pássaros improvisada no meio da floresta.
Foto de Federico Rios, National Geographic

Os cientistas esperam que a região possa ser estudada e, por fim, protegida antes que surjam ameaças de mineradores e madeireiros.
Foto de Federico Rios, National Geographic
Os cientistas esperam que a região possa ser estudada e, por fim, protegida antes que surjam ameaças de mineradores e madeireiros.
Foto de Federico Rios, National Geographic