National Geographic apoia Museu Nacional do Brasil após incêndio devastador

Esforços de apoio serão feitos em todas as plataformas da National Geographic, incluindo especial de uma hora que será exibido em diferentes países. Equipe de especialistas trabalhará com pesquisadores associados ao Museu.terça-feira, 2 de outubro de 2018

Por Redação National Geographic Brasil
Guardas municipais protegem a entrada do Museu Nacional em 3 de setembro.

Em 2 de setembro de 2018, itens inestimáveis da história global e regional foram destruídos em um incêndio devastador que engoliu o Museu Nacional do Brasil no Rio de Janeiro. Fundado há 200 anos e detentor de uma coleção de 20 milhões de itens inestimáveis, o museu era a instituição científica mais antiga do Brasil e uma das maiores da América Latina. A National Geographic reconhece a gravidade da perda do Brasil e ofereceu-se para apoiar em todos os esforços de recuperação alavancando seus ativos globais de contar histórias.

A National Geographic se comprometeu a apoiar a restauração da joia arquitetônica que já abrigou o Palácio Imperial do país. Isso incluirá a realização de oficinas de redação de subsídios no Brasil com pesquisadores e conservacionistas afiliados ao Museu Nacional, além de convidá-los a se candidatarem a doações.

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A National Geographic anuncia ainda a produção do “Museu Nacional do Brasil: Um Retrato de Nosso Povo”, um documentário de uma hora que vai estrear em vários países para mostrar ao mundo a inestimável herança cultural do museu, bem como ilustrar a perda incalculável. O especial vai explorar e apresentar o enorme valor científico do museu e sua história como parte da identidade nacional do país, servindo como um espaço comum visitado por gerações de famílias brasileiras nos últimos dois séculos.

(Relacionado: "Incêndio em museu destrói parte fundamental da história do Brasil")

O documentário, produzido localmente no Brasil, fará parte de uma semana especial de programação temática multiplataforma que a National Geographic vai transmitir em sua rede de emissoras de TV e simultaneamente em suas plataformas de mídia social e no Nat Geo App. Durante esta semana, outros conteúdos temáticos e culturais também serão exibidos, incluindo “Cidades Perdidas da Amazônia: A Lenda é Real”, que explora o quão extintas e populosas eram as civilizações da Amazônia, e “Tesouros de Tut: O Faraó Dourado”, que traz juntos mais de 5.000 tesouros de Tutancâmon para descobrir e revelar o homem por trás da máscara.

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Em novembro, a revista National Geographic contará com uma entrevista exclusiva com Alex Kellner, diretor do Museu Nacional do Brasil, para explorar a extensão das perdas e a lista de projetos de recuperação.

(Saiba mais: "O luto da perda e a luta de pesquisadores para reeguer o Museu Nacional depois do incêndio")

"O compromisso da National Geographic com a conservação não se limita à vida selvagem e ao meio ambiente - ela se estende ao legado cultural da humanidade", disse Gary E. Knell, CEO da National Geographic Partners. “Isto posto, temos empatia com o Brasil pela enorme perda e fomos levados a agir. Temos o prazer de poder utilizar nosso incomparável portfólio de ativos de mídia para apoiar seus esforços de recuperação, tanto financeiramente quanto aumentando a conscientização pública. “

“Para nós, é imperativo cooperar com a recuperação do museu com essa perda inestimável; e reconhecer a importância de sua história, não apenas para o Brasil, mas como parte do patrimônio cultural global ”, disse Diego Reck, vice-presidente executivo da National Geographic Partners na América Latina. “Estas são algumas das iniciativas que estamos planejando para promover a recuperação de um espaço tão importante que faz parte da história da família das gerações brasileiras”

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