9 fotos que fizeram história
Nos 130 anos da National Geographic Society, lembramos 9 imagens que definiram os rumos da fotografia.
Publicado 17 de jan. de 2018, 12:03 BRST, Atualizado 17 de jan. de 2018, 13:06 BRST

O almirante Robert E. Peary escaneia o horizonte em busca de terra firme durante sua terceira tentativa de atingir o polo norte em 1909. A viagem, bem sucedida, fez de Peary a primeira pessoa a chegar na região.
Foto de Robert E Peary, National Geographic Creative
O almirante Robert E. Peary escaneia o horizonte em busca de terra firme durante sua terceira tentativa de atingir o polo norte em 1909. A viagem, bem sucedida, fez de Peary a primeira pessoa a chegar na região.
Foto de Robert E Peary, National Geographic Creative

A edição de julho de 1906 da National Geographic continha as primeiras fotografias de vida selvagem da história. O editor Gil Grosvenor publicou 74 fotos feitas pelo deputado americano e conservacionista incipiente George Shiras, iniciando uma tradição na revista.
A edição de julho de 1906 da National Geographic continha as primeiras fotografias de vida selvagem da história. O editor Gil Grosvenor publicou 74 fotos feitas pelo deputado americano e conservacionista incipiente George Shiras, iniciando uma tradição na revista.

Os pioneiros da dança moderna Ted Shawn e Ruth St. Denis performam a caráter como parte da série de autocromos "Terra dos Melhores", publicada na revista em 1916.
Foto de Franklin Price Knott, National Geographic Creative
Os pioneiros da dança moderna Ted Shawn e Ruth St. Denis performam a caráter como parte da série de autocromos "Terra dos Melhores", publicada na revista em 1916.
Foto de Franklin Price Knott, National Geographic Creative

A jornalista Eliza Scidmore foi a primeira mulher repórter, fotógrafa e membra do conselho da revista. Nos anos 1890, a organização que hoje é conhecida como Smithsonian Institution deu a Scidmore uma câmera Kodak para documentar suas viagens pela Índia, China e pela ilha indonésia de Java.
A jornalista Eliza Scidmore foi a primeira mulher repórter, fotógrafa e membra do conselho da revista. Nos anos 1890, a organização que hoje é conhecida como Smithsonian Institution deu a Scidmore uma câmera Kodak para documentar suas viagens pela Índia, China e pela ilha indonésia de Java.

A fotografia subaquática colorida nasceu com essa imagem de um bodião, clicado próximo à Florida Keys, no Golfo do México, pelo Dr. William Longley e o fotógrafo da National Geographic Charles Martin em 1926. Equipados com câmeras em caixas estanques e quilos de pó de magnésio altamente inflamável para os flashes, a dupla foi pioneira na fotografia subaquática.
Foto de Charles Martin & W.H. Longley, National Geographic Creative
A fotografia subaquática colorida nasceu com essa imagem de um bodião, clicado próximo à Florida Keys, no Golfo do México, pelo Dr. William Longley e o fotógrafo da National Geographic Charles Martin em 1926. Equipados com câmeras em caixas estanques e quilos de pó de magnésio altamente inflamável para os flashes, a dupla foi pioneira na fotografia subaquática.
Foto de Charles Martin & W.H. Longley, National Geographic Creative

Uma armadilha fotográfica fez essa imagem de um tigre se refrescando em um poço d'água no Parque Nacional Bandhavgarh, na Índia. As armadilhas fotográficas – uma câmera deixada no automático e acionada por um animal que atravessa um feixe de laser – permitem especialistas em vida selvagem e fotógrafos a rastrear números de espécies ameaçadas de extinção e a fazer fotos de animais esquivos de perto.
Uma armadilha fotográfica fez essa imagem de um tigre se refrescando em um poço d'água no Parque Nacional Bandhavgarh, na Índia. As armadilhas fotográficas – uma câmera deixada no automático e acionada por um animal que atravessa um feixe de laser – permitem especialistas em vida selvagem e fotógrafos a rastrear números de espécies ameaçadas de extinção e a fazer fotos de animais esquivos de perto.

A língua bifurcada deste beija-flor-de-anna pode ser vista através da vasilha de vidro. O enorme dispêndio energético do voo do beija-flor só é possível graças a um consumo diário de néctar equivalente a mais que o seu peso corporal, por meio de movimentos de língua que se repetem até 15 vezes por segundo. Em cativeiro, as aves recebem um néctar artificial com proteína em pó e outros nutrientes, aqui vistos como pontos esbranquiçados. (Fonte: Alejandro Rico-Guevara, UC Berkeley)
Foto de Joël Sartore
A língua bifurcada deste beija-flor-de-anna pode ser vista através da vasilha de vidro. O enorme dispêndio energético do voo do beija-flor só é possível graças a um consumo diário de néctar equivalente a mais que o seu peso corporal, por meio de movimentos de língua que se repetem até 15 vezes por segundo. Em cativeiro, as aves recebem um néctar artificial com proteína em pó e outros nutrientes, aqui vistos como pontos esbranquiçados. (Fonte: Alejandro Rico-Guevara, UC Berkeley)
Foto de Joël Sartore

Em 2015, Laurent Ballesta se juntou a uma pequena equipe para uma excursão de 26 dias na Costa Adélie, no leste da Antártida. A expedição aconteceu enquanto o gelo começou a quebrar, permitindo a Ballesta e sua equipe atravessar 3 metros de gelo e mergulhar a até 130 metros de profundidade – o mais profundo mergulho sob a Antártida.
Em 2015, Laurent Ballesta se juntou a uma pequena equipe para uma excursão de 26 dias na Costa Adélie, no leste da Antártida. A expedição aconteceu enquanto o gelo começou a quebrar, permitindo a Ballesta e sua equipe atravessar 3 metros de gelo e mergulhar a até 130 metros de profundidade – o mais profundo mergulho sob a Antártida.

Avery Jackson, uma garota de nove anos de Kansas City, EUA, foi a primeira pessoa transgênero a aparecer na capa da National Geographic em janeiro de 2017.
Avery Jackson, uma garota de nove anos de Kansas City, EUA, foi a primeira pessoa transgênero a aparecer na capa da National Geographic em janeiro de 2017.