Depois de uma vida em circos e zoos, Rana viaja 2,7 mil km por uma vida melhor
A elefanta, que vivia em Sergipe, é a terceira a ser adotada pelo primeiro santuário de elefantes do Brasil, no Mato Grosso.
Publicado 11 de jan. de 2019, 11:42 BRST

Rana se acomoda no contâiner de metal que a transportou por 2,7 mil km – desde Aracaju (SE) até os arredores de Cuiabá (MT).
Foto de Gabi di Bella
Rana se acomoda no contâiner de metal que a transportou por 2,7 mil km – desde Aracaju (SE) até os arredores de Cuiabá (MT).
Foto de Gabi di Bella

O tratador Scott Blais precisou subir no guindaste que içou Rana. As palavras de conforto que sussurrou no ouvido da elefanta parecem ter surtido efeito – ela parou de se debater dentro do contâiner.
Foto de Gabi di Bella
O tratador Scott Blais precisou subir no guindaste que içou Rana. As palavras de conforto que sussurrou no ouvido da elefanta parecem ter surtido efeito – ela parou de se debater dentro do contâiner.
Foto de Gabi di Bella

Desde 2015 até ser transferida, os únicos mamíferos que Rana avistava eram os raros visitantes do zoológico improvisado na fazenda onde vivia, em Sergipe.
Foto de Gabi di Bella
Desde 2015 até ser transferida, os únicos mamíferos que Rana avistava eram os raros visitantes do zoológico improvisado na fazenda onde vivia, em Sergipe.
Foto de Gabi di Bella

Rana se estica para agarrar sua comida preferida – manteiga de amendoim.
Foto de Gabi di Bella
Rana se estica para agarrar sua comida preferida – manteiga de amendoim.
Foto de Gabi di Bella

As sardas de Rana despertaram a memória da repórter Gabi Di Bella – teria a elefante trabalhado em algum dos circos que ela visitou quando criança?
Foto de Gabi di Bella
As sardas de Rana despertaram a memória da repórter Gabi Di Bella – teria a elefante trabalhado em algum dos circos que ela visitou quando criança?
Foto de Gabi di Bella

O cardápio de Rana é variado. Além da manteiga de amendoim e da cana-de-açúcar, ela come maçãs, cenouras, verduras e, principalmente, melancias.
Foto de Gabi di Bella
O cardápio de Rana é variado. Além da manteiga de amendoim e da cana-de-açúcar, ela come maçãs, cenouras, verduras e, principalmente, melancias.
Foto de Gabi di Bella

Rana estica a tromba para agarrar uma cenoura.
Foto de Gabi di Bella
Rana estica a tromba para agarrar uma cenoura.
Foto de Gabi di Bella

Depois de quatro dias se acostumando com o contâiner, Rana finalmente pega a estada com destino ao Mato Grosso.
Foto de Gabi di Bella
Depois de quatro dias se acostumando com o contâiner, Rana finalmente pega a estada com destino ao Mato Grosso.
Foto de Gabi di Bella

O policial rodoviário federal que escoltou o caminhão com Rana não acreditou quando recebeu o chamado para o serviço: “Eu ri! Parecia piada. Só levei a sério quando me deram o endereço da Fazenda Boa Luz."
Foto de Gabi di Bella
O policial rodoviário federal que escoltou o caminhão com Rana não acreditou quando recebeu o chamado para o serviço: “Eu ri! Parecia piada. Só levei a sério quando me deram o endereço da Fazenda Boa Luz."
Foto de Gabi di Bella

Um pneu furado do caminhão atrasou ainda mais a já longa viagem que levou Rana de Sergipe a Mato Grosso.
Foto de Gabi di Bella
Um pneu furado do caminhão atrasou ainda mais a já longa viagem que levou Rana de Sergipe a Mato Grosso.
Foto de Gabi di Bella

Rana precisou dormir três noites no caminho entre Sergipe e Mato Grosso – a viagem de 2,7 mil km durou 78 horas.
Foto de Gabi di Bella
Rana precisou dormir três noites no caminho entre Sergipe e Mato Grosso – a viagem de 2,7 mil km durou 78 horas.
Foto de Gabi di Bella

A cada parada, curiosos se aproximavam para ver Rana.
Foto de Gabi di Bella
A cada parada, curiosos se aproximavam para ver Rana.
Foto de Gabi di Bella

O tratador Scott Blais dá água para Rana em uma das inúmeras paradas no caminho de Sergipe a Mato Grosso.
Foto de Gabi di Bella
O tratador Scott Blais dá água para Rana em uma das inúmeras paradas no caminho de Sergipe a Mato Grosso.
Foto de Gabi di Bella

Por conta da carga viva pesada – cerca de 3 toneladas – o caminhão que transportou Rana às vezes não ultrapassava os 20 km/h.
Foto de Gabi di Bella
Por conta da carga viva pesada – cerca de 3 toneladas – o caminhão que transportou Rana às vezes não ultrapassava os 20 km/h.
Foto de Gabi di Bella

Com um pequeno atraso que deixou os tratadores em polvorosa, dois guindastes colocam o contâiner com Rana no chão do Santuário de Elefantes do Brasil.
Foto de Gabi di Bella
Com um pequeno atraso que deixou os tratadores em polvorosa, dois guindastes colocam o contâiner com Rana no chão do Santuário de Elefantes do Brasil.
Foto de Gabi di Bella

A chegada de Rana ao Santuário de Elefantes do Brasil despertou a curiosidade da imprensa local e dos moradores da região.
Foto de Gabi di Bella
A chegada de Rana ao Santuário de Elefantes do Brasil despertou a curiosidade da imprensa local e dos moradores da região.
Foto de Gabi di Bella

Depois de mais de três dias no cantâiner, Rana finalmente desembarca no Santuário de Elefantes do Brasil, seu novo lar.
Foto de Gabi di Bella
Depois de mais de três dias no cantâiner, Rana finalmente desembarca no Santuário de Elefantes do Brasil, seu novo lar.
Foto de Gabi di Bella

Como um animal muito social, a elefanta Rana parece ter gostado da companhia de Maia e Guida, as outras duas moradoras do Santuário de Elefantes do Brasil.
Foto de Gabi di Bella
Como um animal muito social, a elefanta Rana parece ter gostado da companhia de Maia e Guida, as outras duas moradoras do Santuário de Elefantes do Brasil.
Foto de Gabi di Bella

Rana e o tratador Scott Blais interagem no Santuário de Elefantes do Brasil.
Foto de Gabi di Bella
Rana e o tratador Scott Blais interagem no Santuário de Elefantes do Brasil.
Foto de Gabi di Bella

Rana se refresca no forte calor característico da Chapada dos Guimarães (MT).
Foto de Gabi di Bella
Rana se refresca no forte calor característico da Chapada dos Guimarães (MT).
Foto de Gabi di Bella

Rana troca com outro elefante do Santuário de Elefantes do Brasil.
Foto de Gabi di Bella
Rana troca com outro elefante do Santuário de Elefantes do Brasil.
Foto de Gabi di Bella