O que foi o Big Bang?

A teoria revolucionou os estudos astronômicos ao afirmar que o universo é infinito.

Esta imagem capturada pelo telescópio James Webb em julho de 2022 é a foto mais detalhada já tirada do universo primitivo. Algumas das galáxias que aparecem nela surgiram apenas 1 bilhão de anos após o big bang.

Foto de NASA ESA, CSAeSTScI
Por Redação National Geographic Brasil
Publicado 19 de out. de 2022 11:13 BRT

Uma das perguntas mais importantes no campo da astronomia é “como surgiu o universo?”. Para respondê-la, astrônomos sustentam várias teorias, mas a crença de que o Big Bang foi o evento que deu origem ao universo é a mais aceita.

Como o Big Bang criou o universo?

A teoria do Big Bang, segundo informações da Nasa, consiste na ideia de que o universo começou em um único ponto. Um aglomerado de pequenas partículas quentes misturadas com luz e energia, nada parecido com o que vemos agora. 

A partir de determinado momento, esse aglomerado começou a se expandir e a se esticar. E, à medida que as partículas se expandiam, se esfriavam e criavam novos grupos que, em tempo, se transformariam nas primeiras estrelas e galáxias.

 

Você pode se interessar pelo próximo vídeo no Origem do Universo:

101 | Origem do universo
Qual é a idade do universo, e como ele começou? Ao longo da história, inúmeros mitos e teorias tentaram explicar as origens do universos, mas a teoria do Big Bang é a explicação mais aceita.

Quantos anos têm o universo?

A partir das primeiras estrelas e galáxias, a Nasa informa que as movimentações desses corpos, com colisões e reagrupamentos, resultaram na origem de outros objetos espaciais – como os asteroides, cometas, planetas e buracos negros

Segundo a agência espacial, estima-se que esse processo, que dura até hoje, já leve 13,8 bilhões de anos. 

Quem criou a teoria do Big Bang

A Nasa conta que, em 1927, um cientista belga chamado Georges Lemaître – que também atuava como sacerdote católico – foi o primeiro a falar da origem do universo como uma expansão infinita, com um passado igualmente infinito, ou seja, que a criação do universo não seria igual ao começo do tempo. 

Cerca de dois anos depois, observações do astrônomo norte-americano Edwin Hubble completaram a ideia da expansão contínua do universo. De acordo com ele, as galáxias seguiam se afastando e, quanto mais distante, mais rápido se moviam. 

Por sua contribuição, o pesquisador americano foi homenageado ao ter seu nome dado para o Telescópio Espacial Hubble, da Nasa, que viaja pelo espaço desde 1990. As observações desse equipamento já geraram imagens impressionantes de estrelas, galáxias e outros objetos astronômicos a até 13,4 bilhões de anos luz da Terra. 

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