Como o coração dos corais das Filipinas continua batendo?
Com corais do mundo todo sendo atacados, é impressionante ver como o Recife de Tubbataha continua intacto. Por quê?
Publicado 6 de jun. de 2018, 15:49 BRT

Sweetlips movem-se sobre os corais de Tubbataha, cena que o fotógrafo David Doubilet descreve como “um verdadeiro Serengeti do mar."
Foto de David Doubilet, National Geographic
Sweetlips movem-se sobre os corais de Tubbataha, cena que o fotógrafo David Doubilet descreve como “um verdadeiro Serengeti do mar."
Foto de David Doubilet, National Geographic

Um tubarão-baleia aparece nas águas de Tubbataha. O recife é o lar de 11 espécies diferentes de tubarão.
Foto de Jennifer Hayes, National Geographic
Um tubarão-baleia aparece nas águas de Tubbataha. O recife é o lar de 11 espécies diferentes de tubarão.
Foto de Jennifer Hayes, National Geographic

Um cardume de peixes-cirurgiões corta as águas.
Foto de David Doubilet, National Geographic
Um cardume de peixes-cirurgiões corta as águas.
Foto de David Doubilet, National Geographic

Brilhando como uma cota de malha, um cardume de jacks passa sobre um recife de corais em Tubbataha.
Foto de Jennifer Hayes, National Geographic
Brilhando como uma cota de malha, um cardume de jacks passa sobre um recife de corais em Tubbataha.
Foto de Jennifer Hayes, National Geographic

Anthias salpicam a água sobre uma das faixas de corais de Tubbataha.
Foto de David Doubilet, National Geographic
Anthias salpicam a água sobre uma das faixas de corais de Tubbataha.
Foto de David Doubilet, National Geographic

Cardumes de jacks cobrem as águas sobre os corais de Tubbataha. As correntes oceânicas exportam um grande número de larvas marinhas para todo o Mar de Sulu, mantendo a pesca do país.
Foto de David Doubilet, National Geographic
Cardumes de jacks cobrem as águas sobre os corais de Tubbataha. As correntes oceânicas exportam um grande número de larvas marinhas para todo o Mar de Sulu, mantendo a pesca do país.
Foto de David Doubilet, National Geographic

Uma curiosa tartaruga-marinha tenta abocanhar a lente da câmera do fotógrafo. Tubbataha é o lar de ninhos de tartarugas-de-pente e tartarugas-verdes.
Foto de David Doubilet, National Geographic
Uma curiosa tartaruga-marinha tenta abocanhar a lente da câmera do fotógrafo. Tubbataha é o lar de ninhos de tartarugas-de-pente e tartarugas-verdes.
Foto de David Doubilet, National Geographic

Como frutas prateadas balançando em uma árvore submarina, anthias pontilham as águas em torno de um enorme coral mole do tipo gorgonacea.
Foto de David Doubilet, National Geographic
Como frutas prateadas balançando em uma árvore submarina, anthias pontilham as águas em torno de um enorme coral mole do tipo gorgonacea.
Foto de David Doubilet, National Geographic

O maior ninho de garajau-de-bico-amarelo (Thalasseus bergii) fica na Ilha do Pássaro, no Atol Norte do Recife de Tubbataha. O recife é um viveiro crucial de aves marinhas, proporcionando refúgio a 100 espécies de aves.
Foto de Jennifer Hayes, National Geographic
O maior ninho de garajau-de-bico-amarelo (Thalasseus bergii) fica na Ilha do Pássaro, no Atol Norte do Recife de Tubbataha. O recife é um viveiro crucial de aves marinhas, proporcionando refúgio a 100 espécies de aves.
Foto de Jennifer Hayes, National Geographic

Um cardume de peixes-morcegos vagueia pelas profundezas de Tubbataha. Cerca de 600 espécies de peixes povoam as águas do recife, que também contém cerca da metade de todas as espécies conhecidas de corais.
Foto de David Doubilet, National Geographic
Um cardume de peixes-morcegos vagueia pelas profundezas de Tubbataha. Cerca de 600 espécies de peixes povoam as águas do recife, que também contém cerca da metade de todas as espécies conhecidas de corais.
Foto de David Doubilet, National Geographic

Um cardume de anthias acima de uma faixa de corais. Tubbataha ganhou proteção em 1988 e tornou-se Patrimônio Mundial da Unesco cinco anos depois.
Foto de David Doubilet, National Geographic
Um cardume de anthias acima de uma faixa de corais. Tubbataha ganhou proteção em 1988 e tornou-se Patrimônio Mundial da Unesco cinco anos depois.
Foto de David Doubilet, National Geographic

Fogo celestial encontra a água quando o sol se põe em Tubbataha. Os fotógrafos David Doubilet e Jennifer Hayes descrevem o pôr do sol como “o mais espetacular que já testemunhamos neste planeta.”
Foto de Jennifer Hayes, National Geographic
Fogo celestial encontra a água quando o sol se põe em Tubbataha. Os fotógrafos David Doubilet e Jennifer Hayes descrevem o pôr do sol como “o mais espetacular que já testemunhamos neste planeta.”
Foto de Jennifer Hayes, National Geographic